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Grupo de Voluntárias Colmeia divulga renda do 1 bazar

 

Algumas mulheres corupaenses formaram o Grupo Voluntárias Colmeia do PA (Pronto Atendimento de Corupá), que objetiva auxiliar a instituição em pequenas melhorias, para deixar o ambiente mais bonito e acolhedor. O grupo é sem vínculos políticos e religiosos.

 

Para arrecadar recursos, o grupo promoveu o primeiro bazar no último final de semana, sexta-feira e sábado, no estacionamento do Super Mees. Peças usadas em ótimo estado e foram vendidas com preços acessíveis, a partir de R$ 1,00 até no máximo R$ 15,00.

 

A renda do bazar totalizou R$ 1.822,60. Os recursos desse primeiro bazar serão investidos na compra de roupa de cama para o Pronto Atendimento.

 

Outras ações previstas são a pintura do estacionamento e colocação de folhagens no ambiente.

 

O grupo de Voluntárias Colmeia agradece a todas as pessoas que colaboraram com o primeiro bazar, aos doadores das roupas, ao PA (Pronto Atendimento), familiares do grupo, amigos, as pessoas que compraram e em especial ao Super Mees pelo grande apoio.

 

Como surgiu a ideia da formação do grupo de Voluntárias Colmeia do PA.

 

A ideia de formar o grupo de voluntárias em Corupá surgiu durante  a administração do PA pelo Hospital Jaraguá, que já possui um grupo naquela cidade e que visa arrecadar recursos e investir em melhorias no hospital.

 

A iniciativa de formar o grupo de voluntárias em Corupá é da empresária Marilene Wolf, que também participa como voluntária do grupo do Hospital Jaraguá.

 

“Todos nós em algum momento vamos precisar do atendimento do PA. Nosso município recebe muitos turistas, que também são atendidos no local. Nada melhor do que as pessoas terem uma boa impressão do PA e perceberem que são atendidas em um ambiente acolhedor e humanizado,  graças ao apoio da comunidade e voluntários”, enfatiza Marilene.

 

O nome Colmeia foi inspirado no trabalho de união e organização das abelhas, que nos dão um grande exemplo de desapego. Após construírem a colmeia, elas abandonam-na. E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento. Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.

 

 

fonte: Prefeitura de Corupá


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